sexta-feira, 5 de junho de 2015

Tanhaçu da exemplo a municípios da região


Fachada do Canil
 
O município de Tanhaçu no que se refere ao cuidado com os cães, que no momento vivem na rua, está demostrando que aceita suas responsabilidades, pela recente iniciativa de construir um Canil Municipal. Funcionando a menos de um mês o canil municipal conta com quatro celas, que abriga atualmente 100 animais recolhidos nas ruas da cidade. A iniciativa tem por objetivo o controle da natalidade dos animais errantes e a contenção de um surto de Leishmaniose na região.
 


Uma das celas com as fêmeas, local limpo e seguro
Visando o controle da proliferação de animais na rua e a saúde da população o canil tem um papel importante a medida que da assistência aos animais que sofreram de abandono e possibilita as pessoas segurança em circular nas ruas. A iniciativa precisa ser copiada pelos municípios vizinho que também sofrem com grande numero de animais sem qualquer controle.

Em visita ao canil municipal de Tanhaçu (sem aviso prévio), fui bem recebida pelos funcionários e pude perceber que as celas (duas para fêmeas e duas para machos) estavam bem limpas, ao contrario do esperado em locais que reúne muitos animais, o cheiro era até agradável. As celas possuem local de sombra e abrido da chuva, bem como possibilita o banho de sol e havia agua fresca. As instalações modestas não inviabilizam o trabalho e o acolhimento digno. 
Local bem arejado


Animais disponíveis para adoção

todos os animais pareciam bem cuidados

local limpo e espaçoso

Alguns animais velhos foram recolhidos muito magros  e apáticos
 

Existem machos para adoção que em breve vão ser castrados

detalhe da cobertura do local

No momento em que cheguei além dos dois funcionário do canil, por coincidência havia um funcionário da secretaria de saúde realizando testes para verificar Leishmaniose, o mesmo informou que a cada dez testes realizados quatro são positivos. Atendendo ao que determinação dos ministérios da Saúde e da Agricultura os animais infectados pela doença, devem ser sacrificados. Porem não houve informação sobre como será esse processo.
No detalhe a mesa com os matérias para coleta de sangue e realização dos exames.

A doença Leishmaniose permite cuidados e não necessariamente o sacrifício do animal, contudo em animais sem dono e que serão recolhidos a abrigos públicos o mais comum realmente é a sacrifício do animal, algo que espero em breve mude.

Segundo o site Tudo sobre Cachorros 

“A Leishmaniose é uma doença infectocontagiosa causada por um protozoário, conhecido como Leishmania spp., que é transmitido pela picada do mosquito flebótomo infectado, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. É considerada uma zoonose e pode acometer homens e cães. Nos caninos de estimação, ela é conhecida como Leishmaniose Visceral Canina”

Você pode ter mais informações importantes no portal da ANDA - Agência de Noticias e Direitos Animais - no link http://www.anda.jor.br/21/11/2010/verdades-e-mentiras-sobre-a-leishmaniose-canina. Com informação você pode agir melhor junto a seu bichinho de estimação por isso mais leituras se fazem necessários.
 
Os animais recolhidos no Canil municipal de Tanhaçu após verificação de saúde ficam disponíveis para adoção. Se tiver interesse em adquirir um amigo leal, vá ao canil ver os disponíveis e seja um tutor responsável.
 
Vale ressaltar que a iniciativa e funcionamento do canil é recente por isso fiscalização e atenção dos moradores se faz necessário para que o bom movimento continue.

 

Referencias:


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pintura em Vidro: Artesã de primeira viagem

Ola,
Depois de muito, muito, muito tempo sem escrever nada por aqui reapareço com uma novidade. Pelo menos para mim é uma novidade e das mais interessantes. Pintura em vidro. Os que me conhecem de longas datas sabem que minhas habilidades manuais para artesanato não é das melhores. Passo longe de ser uma moça prendada e detalhista, o que em nada me impedi de fazer o que quero. Faz algum tempo que venho assistindo vídeos de pintura em vidro, cheguei mesmo a comprar alguns materiais porem a falta de tempo e de disposição me impediram de começar. Mas eis que chega o dia em que tudo conspira a favor e decidir colocar a criatividade em ação.

Fiquei encantada com minha produção, não tanto pelo resultado final, mas pela sensação de realização que proporcionou. É bom tirar velhas ideias do armário pra animar. A ideia é tão velha que já juntei vidros de todo tipo, estão guardados garrafas de: cidra – suco - vinho, pimenta, perfume, estrato de tomate, conservas das mais diversas e claro os super-reutilizados copos de requeijão. Quem nunca comprou o requeijão já pensando em aproveitar o copo? Rsrsrs faz parte, é arte e super-ecológico,   

Então vamos a minha primeira experiência com pintura em vidros.

Seis copos de requeijão lavados com agua e sabão. Lembrando que é necessário passar bem a bucha para tirar qualquer resido de sujeira. Inclusive recomendo uma esponja de aço (de leve) para tirar a validade do fundo do pote. Depois passe álcool com papel assim garante a eliminação de qualquer oleosidade.  

Como a experiência é zero optei por um desenho bem simples: faixas de linhas horizontais na cor azul. Para isso foi preciso fazer as demarcações com fita crepe (acreditem essa foi a única etapa em que tive dificuldade. É possível perceber que as fitas não ficaram iguais, a ideias era essa mesma fazer formas diferentes na medida do possível.
 
 
 
 
 
Fitas colocadas é hora de prepara o vidro para receber a tinta nesse caso a base é o PRIME e deve ser passado onde se vai pintar. O prime é branco e sem ele a tinta pode escorrer e seu trabalho vai embora (segundo vi por ai). Foram duas demãos de prime porque na primeira achei que não passei nos cantos e 30 minutos de secagem entre elas.
 
 
 

A terceira etapa é a pintura com a cor escolhida.  Também achei melhor passar duas vezes com intervalos de 30 minutos, assim não ficariam falhas. Quando terminei percebi algumas irregularidades , esperei secar de um dia pro outro (umas 12 horas) e  fiz correções com um palito, raspando os excessos e tentando corrigir os riscos muito irregulares. Percebi que ficar consertando poderia piorar e aceitei as imperfeições como singularidades da peça (muito chique isso).
 
 
 
 
 
 
 
Por fim achando esse azul fosco sem graça, utilizei uma tinta relevo azul com gliter (própria para vidros) e fiz alguns desenhos.
 
 
 
 
 
 
Amei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE ou do meio ambiente?



 
Retirado de http://www.recadopop.com/imagens_dia-do-meio-ambiente.html

 

Hoje é comemorado o DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE e algumas pessoas dizem que é o dia de lembrarmos da proteção a flora e a fauna. Na verdade o meio ambiente não são eles e sim nós, não consumimos o meio ambiente somos parte dele. Se hoje vemos o ambiente como MEIO de obtenção de recursos temos que repensar nossa forma consumista de lidar com o mundo e com nós mesmos. Enquanto não aprendermos a conviver e partilhar (no)o ambiente com todas as espécies de seres vivos estaremos cavando constantemente um poço de destruição mutua. O ambiente só passou a ser MEIO quando começamos a destruir suas fontes de preservação da vida, em nome de uma acumulação de riquezas pobres!  Cada um de nós pode fazer mais e melhor pelo ambiente em que vivemos, pequenos gestos cotidianos, apoiando grandes ações, enfim entendendo e assumindo nossa responsabilidade nesse mundo de tantos se/quando/poderia/o governo.
Nesse dia especial resolvi relembrar e recomeçar, vejam abaixo!
 
 
Foto do parque Pituaçu em Salvador durante uma caminha de leve!
 

Essa aranha foi encontrada no trabalho de meu marido, vários bichinhos aparecem por lá sempre que possível eles capturam e soltam em um local mais afastado, esse foi o caso.

 
Resolvi colocar meus planos de ter uma horta em dia, essa plantinha resistiu em ambiente "hostil" por muito tempo hoje recebeu casinha nova, não sei o que seja e espero que ela resista!

 
Esse é nossa primeira conquista, uma cebolinha bem resistente rsrsrs recebeu mais terra e cuidados!

 
Resolvi aproveitar as latas de leite vazias para plantar umas pimentinhas, as sementes estavam vencidas (segundo a embalagem) espero que as sementes não saibam e cresçam!


 
Rúculas em garrafas pet, não sou fã mas o marido adora então que venha!


 
Minha hortinha, um novo inicio, na primeira tentativa matei as plantas com excesso adubo e falta de agua, só uma sobreviveu foi a cebolinha dessa vez mais cuidado e dedicação!

 

 






 
 


sábado, 29 de março de 2014

Desrespeito Histórico em Morro de São Paulo


E Morro de São Paulo continua linda? Sim! A cidadezinha na belíssima Ilha de Tinharé é um pedaço de bom viver, pode-se realmente pesar em paraíso (por uma nada modica quantia, claro). As belezas naturais são um forte atrativo para turistas do mundo todo. Fotos com peixes lindos nas piscinas naturais (alguns podem virar amigos sinceros enquanto você distribui a ração comprada ali mesmo na beira da agua), decida de enorme tirolesa com vista privilegiada, mirante para o mar com raios de sol magníficos, praia limpa, agua fresca e tudo isso com a valorizada sensação de segurança a qualquer hora. É fácil se encantar pelo local.
Mas... é tem um MAS. Explorando a ilha o visitante sempre chega à Fortaleza do Morro de São Paulo e o encanto da vez a frustação indignada. A prefeitura trabalha bem nas praias e ruas principais no quesito limpeza e organização. Porem na Fortaleza as coisas estão bem diferentes. Duas placas logo na via de acesso à edificação mostra o agradecimento pela verba de melhoria e a recuperação da muralha, o que realmente aconteceu a muralha esta bem, obrigada, já o resto....
 
 
 
 
A Fortaleza do Morro de São Paulo aparenta total abandono. Paredes e cobertura do teto caindo, o chão com mato crescendo, lixo humano (camisinhas para todo lado, etc.), animais pastando, mau cheiro total, entulho de resto de obras. O por do sol visto de lá é lindo e disputado por casais apaixonados e maconheiros (que usam a liberdade da ilha inteira para fumarem sem qualquer incomodo). Todos querem aproveitar a bela paisagem, para as fotos da rede social, sem se darem conta do risco que correm com os focos de mosquito da dengue que o local esconde.
Na fortaleza animal pastando totalmente livre









A entrada é um lamaçal










Nesse espaço a agua empoçada pode esconder uma surpresa desagradável o mosquito da dengue!



Em toda a edificação histórica não há uma única placa que conte seus porquês, uma seta que indique o que estava ali, à necessidade de preservação histórica ou remeta ao passado glorioso (?). Nada ali diz nada sobre nada, a não ser os nomes dos vândalos que por lá passaram. Guias? Podem até existir, mas devem ficar escondidos no meio das dezenas de “taxis” que brotam em todo local. Alias merece um destaque a eficiência com que os carregadores de malas trabalham, você não consegue andar 100 metros sem que pelo menos dois te ofereçam o serviço, fica a tal ponto eficiente que uma pessoa levando a sua própria bagagem pareça anormal.
Um guia seria como um mago a trazer alguma luz sobre as RUINAS realmente ruins da fortaleza fraca. Não estudei nada sobre a ilha, nada que se sustente além do absoluto senso comum da “fofoca” da internet em seus sites livres. Então ele poderia me enganar com qualquer conversa e nós dois ficaríamos felizes: ele com o pagamento e eu com minha gotinha de conhecimento. Me iludindo naquele momento com algo que muito possivelmente esqueceria totalmente ou lembraria de pedaços desconexos para passar a diante com ar de “sabe? eu sei!”, é o Guia seria bem vindo!


A restauração parou porque?

Como a leitura é impossível uma placa com o texto original e até traduzido se faz necessária!

 

O teto improvisado é escorado, o que pelo visto não adianta muito, além disso entulho no chão. 

 


Na área interna a lama dificulta o caminhar.

Lixo para todo lado

Em toda parte pedaços de vidro trazem risco!


Detalhe da parede tombada!


Nos buracos no chão o lixo acumulado.

O fedor é tanto que entrar fica impossível (o local é escuro a luz é efeito da maquina fotográfica)

Pelo fedor parece que o local é usado como banheiro.

Nessa foto é possível ver três camisinhas no chão, poucas perto das que vi, acho que a fortaleza também é usada como motel publico.

Sacos de lixo com garrafas de bebidas.

As vigas de sustentação não tem nenhuma proteção contam com a sorte.

 

Mais lixo e agua acumulados para proliferar doenças e coloca em risco o visitante desatento.


Os vândalos não tiram fotos destroem o patrimônio!

A primeira imagem é essa de desrespeito e destruição com o patrimônio histórico.


O que ficou da visita a Fortaleza de São Paulo foi uma tristeza de quem vê sua história ruir pelo descaso das autoridades (não sei qual delas é responsável pelo local) e desinteresse dos populares que se acotovelam tentando vender pacotes de passeios que exploram as belezas naturais da ilha. Repensar os marcos históricos seria acrescer a passagem dos visitantes em cultura e possivelmente diminuiria os desagradáveis MAS.